segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Passeios em Amsterdam

  Já falei bastante de Paris e quase nada de Amsterdam, isso porque terei apenas 4 dias livres e também por que é uma cidade bem menor. Agora vamos ser honestos, o que você pensa quando imagina Amsterdam? Drogas? Prostitutas? Tamancos de madeira? Tulipas? Moinhos de vento? Pois é, a nossa noção sobre a Holanda é bem esteriotipada, não conhecemos muito e imaginamos logo o mais clichê, sem falar na cara das pessoas quando você diz que vai pra lá, todo mundo imagina que você está querendo "viver a vida louca". Mas pelo que tenho pesquisado Amsterdam é bem mais que prostituição legalizada e maconha.



  A primeira coisa legal é a própria cidade cheia de canais e ciclovias, com uma arquitetura bem lindinha. A cidade conta com um museu de Van Gogh que é holandês e também de Rembrant. Amsterdam também é o local onde Anne Frank, a menina alemã de família judia, se escondeu durante a segunda guerra e tem até um museu no local onde foi seu esconderijo. 













 Das coisas mais alternativas, nos temos a fábrica da cerveja Heineken e outras cervejarias super famosas. Amsterdam conta sim com coffeeshops onde é vendido maconha. Além disso, o Red district é o bairro onde a prostituição ocorre e que conta com as garotas nas vitrines e com o museu do sexo.



    Amsterdam também tem o famoso Voldenpark um dos parques mais belos de toda europa. E De Dam, a praça no centro histórico, com importantes prédios como o Palácio Real. E também um mercado de flores onde se encontram as famosas tulipas. O museu de cera Madame Tussauds também tem uma sede em Amsterdam.

  Em matéria de museus Amsterdam tem várias opções, entre elas o Tropenmuseum, dedicado a antropologia. Tem ainda o Museu Nacional (RijksMuseum), o Museu da Resistência(sobre o holocausto) e até museus bem inesperados como um dedicado a evolução das bolsas e sacolas, e um outro dedicado a arte fluorecente.


Abraços.

domingo, 11 de agosto de 2013

Luxos de viagem.

  Viajar é, em teoria, percorrer de um lugar para outro, simples assim. Mochila nas costas e go ahead. Na prática, não é tão simples, já escrevi nesse blog vários cuidados, preparativos, planejamentos e um milhão de coisas importantes para se ter uma boa viagem. Claro que tudo depende do tamanho de sua viagem e de seu espírito MacGyver. Para os mortais que querem uma viagem tranquila e aproveitada em todos os aspecto, tem que ter disposição de ler e pesquisar muito. Porém, não vamos ser masoquistas, já ouvi de pessoas que passaram 30 dias comendo fast food para economizar, ou que voltaram sem realizar vários passeios por economia. Depois de já ter viajado uma vez, você se dá conta de que pode também se dar alguns pequenos luxos, que vão deixar sua viagem mais fácil, ou mais especial.


   Na minha viagem para a Itália eu levei um tablet para acesso a internet e usei os computadores dos hotéis para descarregar as fotos da máquina digital para um pen drive (atenção que no hotel de positano o wifi era free, mas o computador do hotel era pago). O tablet funcionou para acesso wifi em todos hotéis, mas ele é bastante limitado, não funciona como um computador. Por isso, para aumentar meu conforto nessa viagem, eu comprei um notebook de 11,6 polegadas, ou seja bem portátil, e com um bom processador. É necessário para viagem? Não. Pode-se perfeitamente, viajar sem nem acessar a internet. Mas a questão máquina fotográfica é bem importante, tanta coisa legal para fotografar em boa resolução que é rápido para encher um cartão de memória, você pode ter um reserva, mas ainda assim teria uma limitação de capacidade, por isso pense bem em soluções possíveis para esse problema.

 Outro investimento pré-viagem foi comprar uma câmera digital compacta e de boa qualidade com acesso wifi. Comprei uma semi-profissional na Itália, porém ela é grande e eu gosto da liberdade de colocar a câmera no bolso do casaco, poder tirar fotos sem fazer ajustes de luz,  cor, foco. A opção wifi dá a liberdade de armazenamento em nuvem, que é bem legal e seguro. Na Itália bati as fotos com uma cybershot bem comum, o que me rendeu fotos nem sempre boas, especialmente em lugares escuros ou em movimento. Como as fotos são parte do legado de uma viagem, resolvi fazer um pequeno investimento (pequeno mesmo, a câmera nova custa menos que a cybershot, pesquisando muito na internet, claro).


  Dá parte dos luxos eu planejo dois sonhos em Paris: ir a um show de cabaré e comer na torre Eiffel. Ambas as atrações são caras e exigem pré-reserva. Mas são sonhos, você já viu o filme musical Moulin Rouge? Já se imaginou jantando com uma visão panorâmica de Paris a noite, de dentro da torre Eiffel? Eu sonho com esses pequenos exageros e pretendo incluir na minha viagem, afinal viajar, por si só, já é uma extravagância.

  Na torre Eiffel estão localizados vários restaurantes, de diferentes estilos e faixas de preço. No primeiro andar está o restaurante 58 que serve refeições e tem preço mediano. Também no primeiro andar e no segundo está o buffet torre eiffel que é mais simples e tem lanches.No terceiro andar está o restaurante Jules Verne que serve alta gastronomia e é bem caro.No topo está a champanheria. Para jantar ou almoçar dá para fazer reservas no 58 e no Jules Vernes, com grande acrécimo de preço na segunda opção. Eu pretendo reservar o restaurante 58, só ainda não me decidi se janta ou almoço. A vantagem é que você não pega filas e sobe até o andar do restaurante free, se tiver a reserva, elimina a necessidade de comprar o ingresso da torre Eiffel. Interessou? Confere:restaurantes torre Effel



  Para o cabaré as principais casas são: Moulin Rouge, Crazy Horse e Lido. Ambos apresentam shows sensuais que podem ser acompanhados ou não de jantar. Os ingressos só para o show custam em torno de 100 euros, bem caro. No entanto, ir a Paris e não ver um show desses, é um tanto decepcionante.



  Extravagâncias planejadas, agora é só rezar para nossa senhora da boa economia fazer com que o euro baixe até setembro.

Abraços.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Cronograma e ingressos de Paris

  Já ouvi teorias que o mais legal da viagem é não planejar e deixar a vida levar, estar livre para conhecer e curtir o que aparecer. Eu discordo, acho que planejamento é muito bom para aproveitar o tempo e economizar dinheiro. O problema é o extremo, não vamos botar uma mochila nas costas e sair sem rumo e também não vamos fazer um planejamento que estipule 15 minutos para banheiro, 10 de caminhada, 5 para olhar uma vitrine, não somos robôs. Na Itália eu planejei muito os primeiros dias e deixei o final da viagem mais livre, moral da história, conheci muito mais coisa onde planejei melhor. Sem falar em já ter dado uma pesquisadinha no passeio, sonhado, aprendido, etc.

  Então eu, com muita dificuldade depois de pesquisar todas aquelas opções de passeios em Paris que coloquei aqui no blog, decidi por um cronograma com as atrações e os dias da semana que vou fazer. O que é importante levar em consideração na hora de elaborar um cronograma? Os dias em que os museus fecham, em alguns lugares é segunda ou terça (Versalhes segunda, Louvre terça), evitar deixar atrações que já são lotadas pro final de semana, onde o movimento cresce ainda mais e, se for usar um cartão de passe, combinar os dias de uso com as atrações que ele dá direito.

  Vou compartilhar meu cronograma:

10/09/2013 11/09/2013 12/09/2013
Terça Quarta Quinta
Chegada em Paris as 15h. Torre Eiffel-champs de mars- manhã versalhes
chegada ao hotel 16h almoço-torre eiffel?
Caminhada livre pela cidade arco do triunfo

champs elysees

pont alexander III

petit palais, grand palais

cruzeiro no sena(fim de tarde)


13/09/2013 14/09/2013 15/09/2013
Sexta Sábado Domingo
louvre notre dame free day:
place de la concorde pont neuf musee national du moyen age

pantheon jardin das tulheiras

sorborne jardim luxemburgo

almoço parc de la villete

invalides fachada centro george pompidou

igreja st-chapelle? musee d´orangierie


concierge

16/09/2013 17/09/2013
Segunda Terça
sarce coeur 9:35 voo para amsterdã chega 11h
show de cabaré
bastilha
opera garnier









  Definidos as atrações que não ficaram de fora da viagem comecei a avaliar as opções de cartão passe em Paris. Basicamente são 3 cartões: Paris Pass, Paris Museum Pass  e Paris Visite (tem também o Navigo, mas que é complicado de fazer). 
  Além disso o metrô tem opção de comprar o carnet 10 voyages, que são 10 tickets comprados de uma única vez por um preço de 13,30 euros (o que é mais barato do que comprar os tickets avulsos). O problema é que não serve para os aeroportos e nem para a Disney e Versalhes. Aparentemente a melhor solução para quem vai passar um dia na Disney ou em Versalhes é o Mobilis um ticket com validade de um dia, ele tem preço específico para cada zona (disney é zona 5, versalhes zona 4), mas pode ser bem mais barato do que comprar o ingresso de ida e volta em separado.

Agora vou explicar um pouco sobre cada um dos cartões passes:

Paris Pass: Esse cartão combina transporte free, ingressos pros museus e ainda alguns outros passeios, como o bateaux mouche e os ônibus de turismo. A vantagem é que não se pega fila, a desvantagem é o preço. O cartão não vale a pena para poucos dias já que não será possível usufruir de todas as atrações que ele oferece e para muitos dias ele é bem caro. Ao mesmo tempo é uma mão na roda estar com os ingressos todos compilados em um único cartão. Confira: paris pass

Paris Museum Pass: Só dá direito a ingresso em museus, mas como abrange uma quantidade enorme de museus, acaba por valer a pena. Tem opção entre 2, 4 e 6 dias e o preço é bem justo, considerando que você evita as longas filas. Confira:http:paris museus pass


Paris Visite: Cartão para usar transporte livremente por até 5 dias consecutivos. O ,que inclui as 5 zonas, de 1 dia só custa 22 euros e o de 5 dias 57 euros, o que significa que para valer a pena você precisa andar muito de metrô. Olha aí: http://www.ratp.fr/fr/ratp/c_22599/paris-visite/

A escolha do passe dependerá muito do seu cronograma: quantos dias vai ficar, que passeios quer fazer. Para meu cronograma eu acredito que o que vale a pena é o Paris Museum Pass, o combo de 10 tickets e 1 mobilis. Irei comprá-los no próprio aeroporto em Paris, na zona de informações turísticas. E com isso ficam pendentes apenas o ingresso para show de cabaré e para Torre Eiffel, mas isso é um assunto para outro post.

Beijos
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Viajando de carro

  Dirigir na europa pode sim ser uma ótima idéia! Apesar de todos os países contarem com ótimas opções de transporte público (principalmente trens), se você vai viajar com 4 pessoas o carro pode ser uma opção econômica e também evita que você fique carregando a mala e fazendo baldiações. Em  alguns países é realmente muito barato alugar um carro (Itália e Espanha).




  Para não se perder eu indico usar o GPS no celular, existem aplicativos gratuitos onde você baixa os mapas do país para onde vai (faça isso antes da viagem, pleae) e usa o gps sem precisar de sinal de internet. Eu usei o aplicativo "My earth pro" (disponível na Google Store para androide) e foi excelente, muito fácil de usar. Atenção nas configurações do GPS, você pode marcar o caminho mais curto ou o mais rápido ( indico o mais rápido, priorizando autoestradas) e também indico desmarcar a opção balsa, para evitar que ele faça uso de trem rebocador ou ferry no seu percurso,
  Quando alugar o carro é importante ver as regras da locadora, algumas não permitem que você saia do país com o carro. Defina bem o percurso que pretende fazer e veja se está de acordo com as regras da locadora. Leia também sobre as regras de trânsito e pedágios. Na suíça era necessário comprar um adesivo para colar no carro, que equivalia ao pedágio, sem o adesivo a muta era bem alta.
  Estacionamentos são uma questão fundamental para quem vai alugar carro, pense em reservar hotéis com estacionamento incluso no valor da diária. Nas cidades da Europa estacionamento é muito caro, todas as ruas costumam ter parquímetros, e os estacionamentos subterrâneos são ótimos, porém igualmente caros. Atenção também nas cidades históricas que tem ruas muito estreitas e com restrição de acesso, pode ser uma boa optar por um veículo mini.
  Na hora de pensar em locar um carro bote no papel o custo de combustível (em média 1,55 euros o litro da gasolina), custo da locação, gasto com pedágios, custo de estacionamento e só então veja se vale a pena. Entregue o carro com o tanque cheio, caso contrário uma multa cara será cobrada, Em alguns países os postos de gasolina não tem frentistas e você mesmo abastece seu carro, leia atentamente as instruções nas máquinas, é mais fácil que parece.



  No meu caso eu queria ir de Milão para várias cidades na Suíça. Nesse caso, o aluguel de carro na Itália é bem barato e os trens na Suíça são muito caros (mesmo com o swisspass, que é caro também). A distância a ser percorrida era pouca, pois a Suíça é um país muito pequeno (andei 800km ao todo). A paisagem da estrada do meu roteiro era os Alpes suíços, então, a própria viagem de carro já era um passeio. Colocando na ponta do lápis, economizei cerca de 600 reais alugando o carro. O custo final do aluguel do carro por cinco dias(228 reais total), com gasolina(1 tanque, pois o carro era um fiat 500, muito econômico), estacionamentos(27 euros por dia, em média), e pedágio(na suíça custou 40 euros o adesivo, na itália varia)  foi de 1200 reais.





  Para os aventureiros que decidirem viajar de carro, vou dar a dica desse site aqui: http://www.viamichelin.com .  O site permite que você insira a cidade onde está e para onde quer ir e estima a melhor rota (baseado em rotas pavimentadas) e o custo do combustível, além do tempo de viagem.

  De qualquer maneira, se você se resolver por dirigir, lembre que para alugar o carro é preciso ter limíte disponível no cartão de crédito(geralmente o seguro do carro exige uma garantia de 1600 euros no cartão)  e também alguns países exigem permissão internacional para dirigir (PID- pesquise no DETRAN do seu estado)


  Boa viagem!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Tomadas e voltagem

  Desde que as máquinas fotográficas não usaram mais de pilha, os telefones ganharam baterias e tornaram-se móveis, que os tablets/notebooks/netbooks se espalharam pelo mundo, as tomadas viraram uma prioridade. Para carregar as baterias de todas essas nossas máquinas maravilhosas precisamos utilizar tomadas e conferir a voltagem (embora a maioria dos eletrônicos modernos já sejam bivolts). Eaí, como são as tomadas em Paris?

  Observe que os buracos são mais largos que os brasileiros e há um pino. A solução é se equipar com um adaptador universal.

  Acredito que possa ser comprado em lojas específicas de materiais elétricas, no aeroporto, ou durante sua viagem (possivelmente mais barato). Tudo planejado, tudo resolvido, vou lá comprar meu adaptador.

  * Na França toda e em Amsterdam a voltagem é 220V.

Clima europeu

  Agora que  já vimos muitas das opções de passeios na França, resolvi fazer esse post dedicado a outros detalhes que devemos levar em consideração antes de viajar. Começando pelo clima, que geralmente é oposto ao do Brasil, frio aqui calor lá. Para buscar a previsão do tempo e gráficos com médias anuais pode-se fazer uso de sites como: http://www.bbc.co.uk/weather/ ,http://br.weather.com/agora/FRXX0076:1:FR

Em ambos você pode buscar a temperatura atual na cidade que deseja viajar, dados sobre a temperatura e umidade nos últimos dias.

  Pesquisando no google dá para achar esses gráficos que dão a média de temperatura em Paris, por exemplo, em cada mês do ano.
   Eu vou em setembro quando a temperatura está entre 20 a 10ºC tanto em Paris como em Amsterdam. Esse clima é bastante similar ao do RS, onde eu moro. Portanto estou apostando no clima ameno. Mas para você que vai no inverno, não se desespere. 

  Já vi vários comentários sobre os meses bons para viajar, sendo os principais Julho e Agosto,  onde o clima  é mais quente, porém é a data de férias, tudo fica mais caro e lotado. Os meses de primavera e outono parecem opções boas, temperatura razoável e preço na média, eu destacaria a época de Maio e Junho, que já apresentam temperaturas mais agradáveis e não são as datas mais movimentadas. Agora, Novembro é a opção mais tensa em função do clima instável. Dezembro a Março você vai pegar frio, e conforme o destino, até neve. Minha dica, baseada no frio que enfrentei em Março na Itália, é que você use várias camadas de roupas, e deixe para comprar um casaco bom lá. Aqui no sul do Brasil enfrentamos frio, mas ainda sim meu blusão e casaco não eram impermeáveis e não estavam preparados para temperaturas negativas. Comprei um casaco por, míseros, 10 euros em Roma, e resolvi meu problema com o frio. Aposte nas roupas feitas para neve e sapatos impermeáveis ( meu tênis vivia molhado em função da chuva fina que durava o dia todo na Itália).

  Com alguma preparação não tem clima que estrague sua viagem. E a dica fundamental: ache graça, se chover você pode fazer os passeios da mesma maneira, só um pouco molhado, mas até tomar chuva na Europa é bom.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Passeios em Paris-fora do centro

 Várias das atrações de Paris estão fora do centro da cidade. Para quem vai com crianças a eurodisney pode ser uma ótima opção, assim como parques e o próprio palácio de Versalhes. Vou relacionar algumas opções de passeios:

Parc de la Vilette: Contém parque infantil com escorregador de dragão e outros vários brinquedos, apresenta espaço para shows e apresentações e o cité des sciences et de Industrie, um enorme museu científico.



Cimitière du Père Lachaise: Aqui estão sepultadas várias celebridades como Balzac, Chopin, Jim Morrisson, Oscar Wilde e Edith Piath.

Disneyland Resort Paris: Consiste de Disneyland Park e Wal Disney Studios. Disneyland Park tem por modelo o Magic Kingdom da Califórnia. O Walt Disney Studios conta  com atrações interativas e shows ao vivo. Além de um parque Sea World. (site: www.disneylandparis.com)




Palácio e Jardins de Versailles: Luís XIV iniciou sua construção em 1668 no lugar de uma modesta cabana de caça de seu pai, o palácio se tornou o maior da Europa, onde viviam 20 mil pessoas. (Site: www.chateauversailles.fr).